Cendhec apresenta recomendações para promoção de igualdade de gênero nas escolas

Estudantes da rede pública de ensino de Igarassu, Camaragibe e Recife também participaram do seminário

Cendhec apresenta pesquisa sobre desigualdades de gênero na Educação

Realizada entre os meses de março a setembro de 2022, a pesquisa ouviu meninas das redes do Recife, Igarassu e Camaragibe

“Não existe educação neutra, toda neutralidade afirmada é uma opção escondida”

Campanha Nacional pelo Direito à Educação emite carta de posicionamento sobre Eleições 2022

Em Três Ladeiras, Eulália Maria promove pedagogia da transformação

Ao ensinar os pais a ler e escrever, Eulália Maria aprendeu a encontrar o próprio rumo, que a levou para o distrito de Três Ladeiras, na área rural do município de Igarassu.

“Não seremos mais caladas”, afirmam meninas em manifesto pela Educação

Em evento na Defensoria Pública da União no Recife, a Rede Malala lançou o Manifesto #MeninasDecidem pelo Direito à Educação, que traz as demandas de meninas negras, periféricas, indígenas, quilombolas, trans, travestis, do campo e com deficiência para a educação pública

A senhora do Axé


A senhora do Axé

Fundamentada no Candomblé Nagô, em abril de 2004, Yá Maria Helena Sampaio, no chão do Ilê Obá Aganjú Okoloyá - Terreiro de Mãe Amara, fundava o Afoxé Oyá Alaxé no Bairro de Dois Unidos, Zona Norte do Recife. Ao longo de 18 anos de existência, o grupo vem realizando...

Regidos/as por Oxum

Regidos/as por Oxum

Fruto da propagação dos ensinamentos ancestrais e da luta da comunidade negra, o Afoxé Oxum Pandá foi fundado em 1995, pelo babalorixá Genivaldo Barbosa, que era integrante do Alafin Oyó. A entidade cultural leva a patrona Oxum Pandá no nome e quer dizer: divindade...

Coletividade, resistência e história

Coletividade, resistência e história

Fundado por militantes do Movimento Negro, em Olinda, no ano de 1995, nascia o Afoxé Alafin Oyó que se expressa por meio da musicalidade, da dança e do canto o compromisso de valorização com a história preta e a resistência contra o racismo religioso, desde 1986....

Espaço Delas

Os versos insurgentes de Flora

Aos 18 anos, a artivista faz de sua poesia uma ferramenta de combate às desigualdades raciais

A poesia de Flora Rodrigues tem como ponto de partida a Zona Norte do Recife, mais precisamente a comunidade do Arruda, onde vive desde a infância. Aos 18 anos, a artivista e comunicadora popular faz dos seus versos um ponto de encontro de vivências que narram o cotidiano de uma jovem negra, moradora de periferia que, desde os 13, provoca reflexões que contestam a estrutura social de desigualdades históricas que marcam a realidade das populações negra, quilombola e indígena. 

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Quem somos

Chegamos! Para provocar, desafiar e mover a estrutural desigualdade de gênero que segue tentando nos silenciar e invisibilizar. Afrontosas, reagimos! Não podemos permitir que se perpetuem as tantas violências que nos atingem desde muito cedo: nós meninas, jovens e mulheres. Afrontamos o racismo, a pobreza, o machismo, a intolerância religiosa, a discriminação de orientação sexual, a violência e o abuso sexual.

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