Quem Somos

Chegamos! Para provocar, desafiar e mover a estrutural desigualdade de gênero que segue tentando nos silenciar e invisibilizar. Afrontosas, reagimos! Não podemos permitir que se perpetuem as tantas violências que nos atingem desde muito cedo: nós meninas, jovens e mulheres. Afrontamos o racismo, a pobreza, o machismo, a intolerância religiosa, a discriminação de orientação sexual, a violência e o abuso sexual.

Somos afrontosas.org.br, um site, uma plataforma, um espaço de múltiplas, diversas e amplificadas vozes. Falamos firme, escutamos atentamente, pois a via é sempre de mão dupla. Falamos também através de imagens –  nossos corpos, afinal, são discursos. Nossos territórios também.

Assim, afrontosas é ferramenta de uma comunicação comprometida em revelar e enfrentar desigualdades e romper silêncios.

Concebido e realizado pelo Centro Dom Helder Camara de Estudos e Ação Social, um centro de defesa de direitos humanos fundado em 1989, o site é uma ação do Programa Direitos da Criança e do Adolescente – DCA. A plataforma integra as iniciativas do projeto Na Trilha da Educação. Gênero e Políticas Públicas para Meninas e é também uma das tantas vias de incidência pela comunicação que este projeto almeja efetivar. Apoiado pelo Fundo Malala, Na Trilha da Educação busca influenciar políticas públicas educacionais que enfrentem desigualdades de gênero nas redes de ensino do Recife, Camaragibe e Igarassu, contribuindo com o direito à educação de meninas.

Aqui, meninas falam o que pensam, o que produzem, criam e o que reivindicam. Aqui falam parceiras/os de organizações sociais, coletivos de comunicação, redes de ativistas, grupos comunitários, trazendo suas vozes e a comunicação que produzem e escoam pelas suas redes – tecidas em espaços físicos e virtuais. Por aqui também partilharemos conteúdos jornalísticos de veículos que somam às pautas dos direitos de crianças e adolescentes, gênero e educação.

E aqui estará também nossa produção autoral e afrontosamente diversa, celebrando as diferenças, reivindicando direitos por meio de múltiplas linguagens e formatos: textos, fotos, vídeos, podcasts, que sejam acessíveis a pessoas com deficiência, colaborando com a  compreensão mais autônoma de  alguns grupos.

Pesquisas, estudos, artigos, livros, teses e indicadores de análise de políticas públicas também terão lugar.

Falamos porque queremos ver, na prática, no cotidiano dos nossos dias, iniciativas que enfrentem desigualdades de gênero dentro e fora do espaço escolar, porque sem isso não há democracia, nem justiça social. Aqui, defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, feminismos, ativismo, lutas antirracistas, LGBTQI+, direitos sexuais e reprodutivos, enfrentamento à violência doméstica e à violência sexual serão assuntos constantes. Falaremos de economia também, pois sem financiamento e investimento não há políticas públicas efetivas.

Sejam muito bem vindas e bem vindos!

Avante! Afronte!

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