Enegrecer a política

por | ago 26, 2022 | Rolezinho | 0 Comentários

As eleições de 2022 estão próximas. É o momento em que a população precisa avaliar bem as propostas das e dos candidatos que disputam os cargos para deputadas(os) estaduais e federais, governadoras (es) e presidente. Apesar de ainda estarmos muito longe de atingir a equidade política, neste ano, o número de mulheres candidatas é considerado o maior: 33,27%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Aumentaram, também, o número de mulheres autodeclaradas pretas e indígenas: 18,13% e 0,88%, respectivamente.

Mesmo com alguns avanços, a participação feminina ainda é desproporcional. Para promover mais equidade nas esferas de poder, diversas organizações promovem ações que ajudem na candidatura de pessoas negras, trans, lgbtqia+ e indígenas. Para ajudar a ampliar o alcance dessas iniciativas, o Rolezinho apresenta o projeto Enegrecer, que tem como objetivo diversificar as narrativas nos espaços de decisão. Pesquisa, Articulação e Comunicação são os três pilares que norteiam as ações do projeto.  

(Imagem: Divulgação/Campanha)

O movimento é composto por sete organizações da sociedade civil: Bigu Comunicativismo, Blogueiras Negras, Coletivo de Mulheres Negras Maria-Maria, Fórum Marielles, Mulheres Negras Decidem, Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas e Observatório Feminista do Nordeste, forma uma rede de apoio e divulgação das candidaturas.

Entre as ações desenvolvidas pelo projeto, que conta com o apoio da Open Society Foundations, está um dossiê inédito que apresenta um panorama sobre o perfil dos representantes da população nos poderes executivo e legislativo. O documento esta disponível no site da iniciativa: enegrecerapolitica.org/ ou o Instagram: www.instagram.com/enegrecerapolitica/

Aqui no Afrontosas, você pode ler mais sobre o tema na matéria Qual o lugar ocupado pelas mulheres negras, pessoas indígenas e LGTQIA+ na política brasileira? LINK https://afrontosas.org.br/qual-o-lugar-ocupado-pelas-mulheres-negras-pessoas-indigenas-e-trans-na-politica-brasileira/

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